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Ficheiro Dezembro 2007

AdSense Advertisers Being Forced to Run Pay-Per-Action Ads

by lulusinha0 (21/12/2007 - 22:17)


 

Back in April, I wrote about Google's new "pay-per-action" ads. The ads were designed to work through Google's existing AdSense publisher network and would have worked in a very similar manner to many popular affiliate programs. The program has been running for a few months now, but I've got t wonder if Google is having a hard time finding publishers to run the ads. Why? Because according to a discussion at the Digital Point forums, they are now forcing some AdSense partners to run these ads.

The thread started when Jim Karter posted an email he had received from the Google AdSense team.

The letter reads, in part:

Your account has been selected to participate in a limited test of an exciting new targeting feature for AdSense. In the next few days we will enable cost-per-action (CPA) ads to compete in your AdSense for content ad units on a limited portion of your traffic, 5% or less of all ad impressions. These ads will look identical to your current AdSense ads, so there will be no visible changes to you or your users.

Your account has been selected because we believe that you'll earn more by having these additional targeted, high-quality ads competing in your ad units .

Rather than generating earnings for a click or impression, you'll be paid a larger amount for each conversion with these new ads. A user who clicks on your ad must complete an advertiser-specified action, such as a purchase or a lead, in order for you to be paid. Remember that these ads do compete with cost-per-click and cost-per-thousand impression ads, so a CPA ad will only win in an auction when we expect it to perform better than a CPC or CPM ad.

Granted, the email does include a line that says he can opt out of the program by sending an email request to the AdSense team, but I have to wonder what this email really means.

I see a couple of issues here.

1.) It would appear that while Google may have a lot of interest from advertisers wishing to run these affiliate style ads, they may be having a hard time finding publishers who are willing to give up the current cost-per-click ad space. After all, the potential earnings on a pay-per-action ad are based largely on issues outside of the control of the publisher. Google's move to automatically opt 5% of their AdSense partners into the new program may be their way of trying to force a foot in the door.

2.) The publishers that DO allow themselves to be thrust into the test group will have no way of knowing how well these new ads have performed. Google will not be providing separate reporting on income from each type of ad. Instead, they'll simply lump all AdSense earnings in together. That means that content partners have no way of testing how well the new system works on their site making it nearly impossible to decide if it's worth continuing in the program or not.

I find this disappointing on two fronts. First, I'm a little disappointed in Google for pushing the issue. Perhaps Google has simply gotten so used to having people stand in line to try their offerings that they weren't sure how to react when the line didn't stretch down the street. Second, by blending all of the earnings into one report, they've made it virtually impossible for publishers to judge the new system. Granted, Google has never been one to operate in full transparency, but still. If you want people to sign on to your program, you need to give them enough information to make a good decision.

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Mais novidades no Adsense, e não são boas

by lulusinha0 (21/12/2007 - 22:11)


Lendo o excelente
Search Engine Guide, me deparei com um tópico que me chamou a atenção: Google forçando o uso de anúncios "pay per action".

Lendo o excelente , me deparei com um tópico que me chamou a atenção: .

A modalidade de anúncios pay per action, em bom português, significa que você apenas recebe algo quando o visitante clica em um anúncio e cumpre algo estipulado pelo anunciante, como cadastrar-se para receber uma newsletter ou comprar um produto.

Uma thread no Digital Point traz a origem da questão:

Your account has been selected to participate in a limited test of an exciting new targeting feature for AdSense. In the next few days we will enable cost-per-action (CPA) ads to compete in your AdSense for content ad units on a limited portion of your traffic, 5% or less of all ad impressions. These ads will look identical to your current AdSense ads, so there will be no visible changes to you or your users.

Trocando em miúdos, o blogueiro em questão foi "selecionado" para participar de um teste, onde 5% dos anúncios serão substituídos por anúncios ppa. A aparência será igual a dos anúncios normais, sem mudanças visíveis.

Aparentemente, ninguém se empolgou muito com as novas referências do Adsense, e o Google resolveu dar uma alavancada no uso, mesclando os anúncios ppa com os anúncios tradicionais.

Anúncios pay per action são muito bons para quem anuncia, já que tem seu investimento aproveitado ao máximo, mas e para quem publica os anúncios?

Aqui no Brasil já é comum vermos telefones e pedidos de "Ligue para o telefone tal…" explícitos nos anúncios. Se alguém já visualizou um desses sites, são de uma pobreza só, construídos apenas para poder anunciar no Adsense e tentar faturar um pouco mais com negócios offline. Sem contar que até grandes empresas usam do expediente.

No momento em que anúncios pay per action forem misturados aos tradicionais, vejo uma migração em massa da imensa maioria dos anunciantes. Uma característica típica das empresas brasileiras é ver publicidade como despesa, não como investimento.

Por enquanto, é só uma notícia um tanto distante, mas quem duvida da rapidez com que poderá chegar ao Brasil?

Mais do que nunca, a máxima de não colocar todos os ovos na mesma cesta se faz necessária, se não obrigatória.

Minha experiência com as referências Google se mostrou um desastre, imagine com esses anúncios sendo inseridos automaticamente.

Esperemos que o Google tenha bom senso nessas experiências, quando colocá-las em prática, até porque eles não vão querer uma debandada em massa por parte de sites e blogs.

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as possíveis mudanças planejadas pelo Google,

by lulusinha0 (21/12/2007 - 22:05)

Dinheiro?

O post de ontem, sobre as possíveis mudanças planejadas pelo Google, ainda está rendendo discussão e me levou a estender a questão para outro nível.

Muito se discute sobre o conteúdo de um blog e, nesse aspecto, há duas correntes, que se não são antagônicas, não costumam concordar muito uma com a outra.

Uma delas prega o conteúdo sério, digamos assim, e defende que é melhor qualidade do que quantidade, no que diz respeito à visitação. É comum a defesa da idéia de que um site que vive basicamente de assuntos da moda é um modelo de negócios fadado ao fracasso, a longo prazo.

A outra corrente aposta na visitação gerada por hypes e afins e diz que não é bem assim.

Não vou fazer o jogo tucano de ficar em cima do muro, dizendo que o ideal é dosar o que se escreve etc etc. Não faz meu feitio.

Para começo de conversa, séria deve ser a maneira com que se trata um assunto. O cinema produz dramas e comédias, para ficar apenas com exemplos relacionados. Seria correto afirmar que deveria produzir apenas dramas e que produzir comédias levaria ao fracasso do modelo cinema?

Escrever tem a ver com estilo. Eu posso produzir um texto sobre um assunto sério e ninguém ler mais que o primeiro parágrafo. Por que? Porque meu estilo não agrada, ou porque sou um chato, ou porque simplesmente não fui feito para escrever.

Escrever sobre um assunto da moda requer talento, senão será apenas mais um na multidão. Luiz Fernando Verissimo tem textos de humor desbragado, que são ótimos, nem por isso deixa de ser considerado um autor sério.

Assuntos sérios x hypes x monetização

Uma questão que poucos enxergam é a tão falada classe dos paraquedistas. Mas, quem são os paraquedistas?

Eles são pessoas como qualquer outra, quando consideramos a questão da monetização de um site. São eles que fazem compras no Mercado Livre, Submarino e outras. São eles que clicam nos anúncios que rendem alguns dólares (ou muitos, conforme a visitação recebida). O único defeito do paraquedista é a falta do que eu chamaria de "etiqueta online", eles não tem muita intimidade com a Internet.

Por que eu digo que são eles que, em última análise, garantem seu rico dinheirinho?

Porque quem tem mais conhecimento da vida online, quando quer comprar algo, vai direto à fonte. Eu já fiz compras no Mercado Livre, mas nunca por um link de afiliado, sempre diretamente no site. Eu pensei em comprar algo e fui à URL apropriada.

Quando visito um site, visito em busca do conteúdo, raramente serei influenciado por uma oferta qualquer, o que não significa que não clicaria em um anúncio. Tudo depende do interesse despertado.

Mais qualidade = mais dinheiro?

Não. Essa qualidade precisa ser vista por um número grande de visitantes, caso contrário, você não ganhará nem para pagar a hospedagem.

É uma utopia pensar que um site terá algum lucro baseado apenas em qualidade, é preciso atrair tráfego, e muito tráfego, para que ele seja viável economicamente.

O usuário médio da Internet procura diversão, e isso pode ser comprovado por qualquer estatística de buscas que chegam até seu site.

O Bruno Alves escreveu sobre isso, infelizmente não consegui localizar o artigo em que ele comenta as buscas bizarras que chegam até o Br Point.

O Adsense é meu pastor e nada me faltará?

Em tempos bicudos, de dólar em baixa e mudança nas regras do jogo, nunca foi tão difícil confiar apenas no Adsense.

Hoje fiz um levantamento dos meus ganhos no mês de Julho, somando todos os programas de afiliados em todos os meus sites.

Fiquei feliz com o aumento nos ganhos, mais de 30% a mais do que no mês anterior, mas o que mais me satisfez foi o rateio desses ganhos:

Mercado Livre: 20%

UOL: 28%

Jacotei: 21%

Hotwords: 10%

Adsense: 21%

O Adsense é responsável por apenas 21% do total. Isso significa que se amanhã o programa acabasse, eu não sentiria um grande impacto. Em um ou dois meses de otimização de um dos outros, ganhando mais visibilidade pela exclusão do programa do Google, e meus ganhos voltariam ao mesmo patamar.

Outra lição que se tira desses dados é a participação do Mercado Livre, onde o visitante precisa fazer um cadastro, confirmar o mesmo e ainda fazer uma compra. Se o usuário médio da Internet fosse apenas um gafanhoto na nuvem destruidora, esse tipo de programa estaria fadado ao fracasso.

Conclusão disso tudo? Paraquedista também é gente, e consome como tal.

Conclusão dois? É possível ter um bom faturamento com um site (no meu caso, mais de um), mesmo sem Adsense.

Como? Visitas, muitas visitas. Nem toda a qualidade do mundo vai fazer um site pouco visitado faturar.

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Qbr e Google AdSense: non e' solo questione di business

by lulusinha0 (21/12/2007 - 21:47)

Qbr e Google AdSense: non e' solo questione di business

 

 

Dopo tre anni di collaborazione con il programma pubblicitario di Google, Qbr si racconta attraverso le parole del CEO Gianluca Cozzolino, con un intervista pubblicata sul blog italiano di Google AdSense. E scopriamo che il business è un modo per realizzare il sogno di un grande social network gratuito.

Google-Adsense

Il blog italiano ufficiale di AdSense pubblica questa settimana un’intervista a Gianluca Cozzolino, CEO di Qbr.it, che spiega come l’integrazione di AdSense all’interno del social network permetta di avere successo offrendo agli utenti un servizio gratuito di ricchezza e qualità indiscutibile.

Sin dal 2003, con AdSense, Google offre ai publisher Web un programma pubblicitario innovativo e ad alta potenzialità di click. Annunci e banner risultano attinenti agli argomenti delle pagine in cui appaiono: si chiama “contextual advertising” (definita anche pubblicità "Content-Target"), ed oltre a determinare un guadagno per il sito, lo arricchisce di contenuti legati alle tematiche della pagine, migliorando anche il grado di soddisfazione degli utenti.

Qbr.it si presenta oggi come uno dei social network più grandi d’ Italia. Dalla sua nascita nel 2003 ad oggi, ha sviluppato una community di più di 300.000 iscritti, grazie anche alla professionalità di Nascar (Internet Company partenopea leader nella progettazione dell’identità visiva, nella comunicazione on-line e nel web marketing), che lo prende in gestione nel 2004. Il 2007 poi, è un anno di grandi novità per Qbr, come l’apertura di un magazine on-line, l’ideazione del Real User Rank (l’algoritmo che applicato alla chat elimina gli utenti fake), e la realizzazione di importanti partnership (come la collaborazione editoriale con GAY.tv).

Gianluca Cozzolino, CEO di Qbr, ha dichiarato «Il progetto di espansione di Qbr.it prevede la realizzazione di un portale multilingua. E’ giunto il momento infatti di esportare il nostro social network al di là dei confini nazionali. Siamo portavoce di un aspetto, riconosciuto all’estero, tipico del nostro paese: la capacità di creare relazioni finalizzate all’incontro, all’amore, all’amicizia, al sesso, al divertimento.»

Ed aggiunge «La collaborazione con Google non è solo una condivisione di business ma è qualcosa di più profondo. Condividiamo con l'azienda americana lo spirito incarnato dal famoso motto "Don't be evil". Google, come il nostro social network, non è nato per il business, ma per dare servizi agli utenti. Il business è necessario per poter garantire un modello di questo tipo. In questi anni, molti hanno proposto di fare della nostra chat un portale a pagamento. Abbiamo sempre rifiutato e proseguiremo su questa strada: un servizio di qualità offerto gratuitamente alla nostra community».

Per Qbr, collaborare con Google vuol dire avvalersi di grande professionalità nell’ottimizzazione degli spazi pubblicitari e nella gestione delle inserzioni. Nike, Alitalia, Microsoft, Tim e Vodafone sono solo alcuni dei grandi inserzionisti che in questi anni Qbr ha annoverato sul suo portale grazie all’integrazione di AdSense. Inoltre, Google, ponendosi come mediatore, semplifica il rapporto tra chi compra e chi vende lo spazio pubblicitario: per diventare inserzionisti di Qbr, per esempio, è sufficiente attivare un account Adwords.

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